O Fantástico, a revista eletrônica dominical da Globo, trouxe na sua edição do dia 07/08, uma discussão sobre um tema que é de conhecimento geral - Videogames! No contexto, tanto a matéria do programa quanto no site da Globo contam sobre o caso ocorrido na Noruega, onde teve o atentado que matou cerca de 77 pessoas e como tentativa de coibir novas atitudes como essa, foi suspensa a venda de jogos eletrônicos no país.
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| Call of Duty: Modern Warfare |
A partir do momento que o videogame é dado a uma criança/adolescente, já vem incluso a responsabilidade dos pais de dosarem o seu uso e controlar o filho, pois qualquer coisa em demasia é prejudicial. É o mesmo como qualquer outro vício, se não tiver controle, não orientar, poderá ter problemas. O importante é não confundir e passar para seu filho o que é real e o que é ficção. Uma das pessoas sensatas que falaram na reportagem, foi o sr. Arlindo Oliveira. “Eu acho que um jogo deste não pode estimular a violência. Eu acho que vai muito da criação. Se a mãe e o pai não ensinam direito a criança, desde pequeno, daí vai estimular mesmo”.
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| GTA IV |
Observando mais a matéria, pode-se constatar que na reportagem mostraram cenas de vários jogos, como Call of Duty World Warfare, Counter Strike 1.6, Gears of War, GTA 4 e até mesmo World of Warcraft, tendo seu foco mais no C.D e C.S. Nesse tema, a vários anos atrás, teve um caso semelhante nos EUA, se não me falha a memória. O rapaz ficou jogando o "Doom" por diversas horas e pegou uma arma, foi até um cinema e acabou matando várias pessoas. Então isso gerou uma polêmica sobre os jogos, um debate semelhante a esse.
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| Counter Strike |
Então a pergunta que faço aos leitores: Restringir os jogos "violentos" ajudaria evitar esse tipo de situação ou um acompanhamento maior dos pais e um diálogo mais aberto sobre o que é realidade e ficção seria melhor?



Como tudo na vida, temos que ter a medida certa.
ResponderExcluirAcho que um game sem sangue escorrento na tela
em conjunto com um pai se divertindo nesse jogo
com seu filho seria a medida certa mas isso acho
que ainda é utopia, pois nós pais temos que trabalhar!!!!
gostei da provocação! um abraço.
Então, afirmar que jogos eletronicos influenciam DIRETAMENTE é puro sensacionalismo. Um incontável número de assassinos em série já figurou por aí sem sequer ter mantido contato com jogos eletronicos. É preciso já ter uma mente doentia para realizar tais atos. Aliás, vamos proibir jogos de tiro porque nossos filhos, primos, sobrinhos vão querer matar outras pessoas? Proibir simuladores de vôo por medo de alguém sequestrar um avião, lançando-o contra um prédio importante?
ResponderExcluirTudo é resumido em duas palavras: Educação e Acompanhamento. Cabe aos pais e familiares próximos regrar, auxiliar e orientar, não simplesmente proibir, afinal "proibido é mais gostoso".
Imprimir regras mais rígidas quanto à classificação dos jogos, SIM, essa é uma medida interessante, não porque os usuários vão virar terroristas, mas pelo fato de a melhor assimilação dá-se com uma maior idade. Um garoto com 16 anos, provavelmente estará cursando ensino médio, assim já terá conhecimento de guerras, invasões e afins, desenvolvendo melhor a noção de violência e consequências da mesma.
Sou a favor da dosagem, tudo tem sua medida. Ultimamente, para divertir nossas crianças contamos com uma infinidade de jogos eletrônicos e desenhos animados que incitam a violência, não trazem nada construtivo, só atirar, matar, desrespeitar idosos e, quanto mais atropelamentos e cabeças jogadas ao chão melhor. Venhamos e convenhamos, cada vez mais crianças com menor idade estão tendo acesso a esse tipo de diversão, sem controle algum dos pais e, outra, muitas vezes os próprios pais dão esses presentes para distrair suas crianças e fazer o papel que, a cada dia, se distancia deles. Mas não são os jogos que criam as mentes doentias, estas estão sendo construídas no dia-a-dia dos noticiários, na convivência em comunidades abrangidas pelo tráfico e violência, e estão sendo estimuladas pelas ditas diversões infantis. Acabar com isso não podemos, poderíamos reduzir se tivéssemos pais mais presentes na criação e educação de seus filhos, selecionando as diversões às idades apropriadas e trazendo aos seus filhos a noção de até onde vai a realidade dos jogos e até onde vai sua ficção da vida.
ResponderExcluirConcordo plenamente com Maurício Rodrigues, não são os jogos que irão influenciar alguém a matar, roubar e etc. Isso se dá por uma falta de base familiar, vemos cada dia mais, famílias que largam seus filhos a mercê de si mesmos e a mercê de outras pessoas que não tem o mesmo respeito e carinho que deveria ser dado na educação de uma criança. E por se sentirem culpados, e também por falta de tempo, deixam que seus filhos façam o que quiser. Sei que é difícil controlar o acesso a esses jogos, mas a maioria dos pais ignoram o que seus filhos, de qualquer idade, jogam no videogame, navegam pela internet, assistem filmes adultos, ou fazem na rua... Fica mais fácil culpar o jogo, um amiguinho, um computador, e se isentar da sua grande responsabilidade, do que culpar a si mesmo.
ResponderExcluirBom eu penso assim, também não concordo muito que pessoas menores de 18 anos joguem determinados jogos, apesar de que isso é muito relativo. Eu a vida toda só joguei jogos violentos, tudo bem que era uma época diferente onde os gráficos não eram uma maravilha, mas me acabei de jogar Counter Strike, Carmagedom, Quake, Postal entre outros jogos violentos, e me considero uma pessoa normal, nunca matei ninguém e nem tenho vontade de entra em um cinema matando. Mas vamos a realidade eu tenho filho de 5 anos, por coincidência sempre que deixo ele jogar esses jogos violentos tipo God of War (que ele gosta muito, ate chama carinhosamente Kratos de "espada de fogo"), Gears of War, Call of Duty Blackops (fase de zumbi) e outros, ele sempre fica muito agitado, as vezes tem pesadelos e vai para o meu quarto. Eu acho que tem idade para tudo, e acho importante respeitar a faixa etária de cada programação, como tudo na vida, idade certa para beber, para ver um filme porno para tirar carteira de motorista, enfim também isso vai muito da criação, tenho certeza que esses malucos psicopatas que matam, que violenta uma mulher, que desmembram uma outra pessoa, abusam de crianças ou ate mesmo fazem canibalismo com certeza não passam a vida jogando jogos violêntos, isso ta no sangue já, ele pode passar o dia inteiro vendo chaves, o fantástico mundo de bob entre outros e a única coisa que vai deixar ele "feliz" é fazer aquilo para que ele foi criado, matar.
ResponderExcluirAgora esse tipo de assunto é muito polemico, proibir os jogos de serem vendidos, CLARO "seria a única forma do governo tentar controlar o que ele já não tem mais controle", como drogas, armas e violência. Proibir não ajuda, foca em outra coisa que pode melhorar o país, não vou ser hipócrita e dizer que estudo melhora um país , porque os Estados Unidos tem uma das melhores educações do mundo, porem só tem maluco lá, agora é muito fácil dizer que uma criança entrou na sala dos colegas e matou todos porque estava jogando doom, duke nuke ou qualquer jogo que tenha tiro e sangue, vai ver era uma criança que era abusada pelos pais, ou sempre foi humilhada por todos.
Sou muito a favor dos jogos violentos, se os mesmos vão ser proibidos eu não sei, pode ser, se o governo tiver como para toda a internet do mundo. Proibindo a venda desses jogos, vai automaticamente aumentar o numero de pirataria, e de downloads ilegais, coisa que também já não tem muito controle.
Assunto muito polemico, metade vai dizer que é contra metade vai aprovar, eu só digo para vocês que, eduquem, amem e estejam sempre ao lado dos seus filhos, procure saber com quem eles estão, onde estão e nunca deixe eles sozinhos.
Abraço a todos.
Na minha opinião isso é mais simples do q todo esse sensacionalismo barato q a mídia anda fazendo. Jogo se encaixa em entretenimento, assim como filme, seriado, novela, e QUALQUER outro programa de televisão. E assim como qualquer outro meio de entretenimento possui censura e avisos aos usuários e consumidores, consume e usa quem quer. Se há pais ignorantes e irresponsáveis q deixam seus filhos jogarem algo de extrema violência problema deles, não têm nenhum direito de ficar se queixando do produto, aprendam com seus erros! Acho mto engraçado como as pessoas não admitem a merda que fazem, mas adoram empurrar a "culpa" pra outros. Outra coisa, não vi madame e papai machão reclamando das BOSTAS de novelas da globo, que por sinal são mto "culturais" né? Mas putaria seus filhos podem ver pq é bom, pq é globo. Agora um jogo que mostra como terrível é uma guerra eles não pode jogar. Brasil é um país de gente ignorante, energúmena e manipulada, e isso não vai mudar da noite pro dia não.
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